Segunda-feira, Novembro 28, 2005

Daniel, o sortudo

2003: Daniel Rocha deixa Belo Horizonte e vai morar no Rio de Janeiro. O Cruzeiro, seu time em Belo Horizonte, vence o Campeonato Mineiro, o Brasileiro e a Copa do Brasil. Vai morar no Rio de Janeiro, terra do seu time, o Flamengo, que perde a final da Copa do Brasil para o Cruzeiro.

2004: Daniel Rocha continua morando no Rio de Janeiro. Flamengo perde a Copa do Brasil para o Santo André em pleno Maracanã, e é quase rebaixado para a Série B.

2005: Daniel muda-se para Manaus. Depois para São Paulo. Atlético Mineiro, o time que mais detesta, é rebaixado para a Série B.

Baseado nas informações acima, meus amigos estão criando a campanha "Daniel, vai pra Buenos Aires!", que tem como objetivo estratégico impedir a participação da Argentina na Copa de 2010.

Análise de filmes segundo eu e segundo meu pai, ou pais de outrem.

Filme: Batman Begins

Eu: "É o melhor da série Batman até agora. Apesar da atuação fraca de Christopher Bale, que não consegue mudar a expressão facial em nenhum momento, o roteiro bem construído, mostrando não apenas a fanfarronice e os gadgets do herói, mas toda a construção psicológia de sua personalidade doentia e atormentada".
Meu pai: "Que coisa idiota. Se uma cidade de milhões de habitantes tem que confiar sua segurança a um palhaço vestido de morcego, é sinal de que estamos no fim dos tempos."

Filme: O tigre e o dragão
Eu: "Um dos meus filmes favoritos. Consegue unir belas cenas de ação com uma história envolvente e fotografia belíssima. Se perde um pouco na cena em que a vilã se perde no deserto em busca do seu pente, mas nada que comprometa o andamento deste vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro."
Meu pai: "Palhaçada! O povo voa!"

Filme: Réquiem para um sonho
Eu: "Mais uma vez Darren Aronofsky nos presenteia com uma obra-prima, mantendo seu estilo peculiar iniciado em Pi, com cortes rápidos, cenas repetitivas expondo a dor das personagens e as conseqüências devastadoras do vício em drogas."
Meu pai: "Mas é assim mesmo, quem usa drogas vira viado ou puta!"

Filme: Scarface (1983)
Eu: "Al Pacino brilha como Tony Montana, um imigrante cubano que constrói um império das drogas em Miami, mas sucumbe à ganância e à sua própria sede de violência, culminando com a cena memorável de seu assassinato quando, sozinho em sua mansão, resiste a dezenas de tiros como se fosse um deus indestrutível."
Meu pai: "É isso aí? Só uns tirinhos? Isso é um amador. Você precisa conhecer o Pitiço, um maconheiro lá de Itajaí, ele deixaria esse Antonio aí no chinelo."

Voltei

É, depois de um world tour que incluiu passagens por países como Chile, Argentina, Estados Unidos, e outros que estão "quase lá" como Colômbia e Panamá, voltei.

Terça-feira, Novembro 08, 2005

Death




"Come no further, for Death awaits you all with... nasty, big, pointy teeth!"

Quarta-feira, Novembro 02, 2005

Considerações sobre música

Do alto de 4 horas baixando mp3 e de 5 cervejas, me sinto absolutamente confortável para tecer os seguintes comentários sobre música:

- Painkiller, do Judas Priest, é a música mais metal do universo, pois tem a introdução mais metal, o solo mais metal, o vocal mais metal, e é claro, a letra mais metal: é o que eu chamo de metal siderúrgico, que o metal que fala sobre metal (Chromium plated boiling metal / Brighter than a thousand suns... etc). O Judas também tem o prêmio do falsete mais metal de todos os tempos, o dado por Tim "Ripper" Owens em "Burn in Hell".

- Tatu, a dupla pop russa, tem um som bem legalzinho, mas devo admitir que eu baixo mais músicas delas porque elas são gatinhas e beijam na boca.

- The Police continua sendo uma das bandas top no ranking Daniel Rocha de música boa. Enquanto ouvia King Of Pain, lembrei que eu li, em algum ponto da década de 90, que o U2 havia ficado com o posto de maior banda do mundo, em lugar do The Police. Pois pra mim, analisando sem nenhum radicalismo ou alcoolismo, o U2 está para o The Police assim como o Massacration está para o Iron Maiden.

- Toda vez que escuto Rush, eu desisto de comprar um baixo. As linhas de baixo de Geddy Lee são um showstopper.